quarta-feira, 26 de agosto de 2015

ATIVIDADE 4 - Pedagogia da Autonomia no Ensino Superior (Paulo Freire)



PEDAGOGIA DA AUTONOMIA 







Fazendo uma breve reflexão sobre o livro de Paulo Freire, ele aborda pontos interessantes, onde o professor não apenas transmite conhecimento, mas há uma troca de informações entre o aluno e o professor. Freire explica que através do ensinar, aquele que ensina também aprende o saber, como também da mesma maneira que aquele que aprende o determinado assunto, também passa a ensinar. Ele diz que "não há docência sem discência, as duas se explicam, e seus sujeitos, apesar das diferenças que os conotam, não se reduzem a condição, de objeto um do outro. Quem ensina aprende ao ensinar, e quem aprende ensina ao aprender"(p. 23).Neste livro ele apresenta os saberes necessários para uma boa prática educativa, ou seja, a forma de relação indicada entre professor e aluno que indicam um processo de educação de qualidade.
Outra abordagem importante, é que “Ensinar não é transferir conhecimento”, mas sim criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção. Ou seja, ensinar ao aluno a pensar, com senso crítico para as situações e capazes de expressar e argumentar as suas opiniões.
No aprendizado sugerido por Freire, o aluno e professor deve está em constante interação, onde o docente não deve tratar o discente como se eles fossem uma caixa de absorver assuntos, sem haver um troca de conhecimento entre si. Ensinar exige uma prática de autocrítica, e o docente deve-se estimular o estudante a criatividade e sua autonomia.
Por outro lado entendo que o processo de evolução do conhecimento exige a prática, a pesquisa, a humildade, a curiosidade, e o interesse também do aluno de que querer sempre buscar informações para sua formação como cidadão autônomo.

E por fim, ele coloca que o educador precisa gostar do que faz, de ensinar sendo algo que estar na alma do professor. O professor tem que exercer por amor o faz.











Biografia


 Paulo Régis Neves Freire, educador pernambucano, nasceu em 19/9/1921 na cidade do Recife. Foi alfabetizado pela mãe, que o ensina a escrever com pequenos galhos de árvore no quintal da casa da família. Com 10 anos de idade, a família  mudou para a cidade de Jaboatão.
Na adolescência começou a desenvolver um grande interesse pela língua portuguesa. Com 22 anos de idade, Paulo Freire começa a estudar Direito na Faculdade de Direito do Recife. Enquanto cursava a faculdade de direito, casou-se com a professora primária Elza Maia Costa Oliveira. Com a esposa, tem teve cinco filhos e começou a lecionar no Colégio Oswaldo Cruz em Recife.

No ano de 1947 foi contratado para dirigir o departamento de educação e cultura do Sesi, onde entra em contato com a alfabetização de adultos. Em 1958 participa de um congresso educacional na cidade do Rio de Janeiro. Neste congresso, apresenta um trabalho importante sobre educação e princípios de alfabetização. De acordo com suas idéias, a alfabetização de adultos deve estar diretamente relacionada ao cotidiano do trabalhador. Desta forma, o adulto deve conhecer sua realidade para poder inserir-se de forma crítica e atuante na vida social e política. 

No começo de 1964, foi convidado pelo presidente João Goulart para coordenar o Programa Nacional de Alfabetização. Logo após o golpe militar, o método de alfabetização de Paulo Freire foi considerado uma ameaça à ordem, pelos militares.Viveu no exílio no Chile e na Suíça, onde continuou produzindo conhecimento na área de educação. Sua principal obra, Pedagogia do Oprimido, foi lançada em 1969. Nela, Paulo Freire detalha seu método de alfabetização de adultos. Retornou ao Brasil no ano de 1979, após a Lei da Anistia.

Durante a prefeitura de Luiza Erundina, em São Paulo, exerceu o cargo de secretário municipal da Educação. Depois deste importante cargo, onde realizou um belo trabalho, começou a assessorar projetos culturais na América Latina e África. Morreu na cidade de São Paulo, de infarto, em 2/5/1997.

Fonte:http://www.suapesquisa.com/paulofreire/




ATIVIDADE 3 - PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO




Planejando a Próxima Década - Conhecendo as 20 Metas do PNE






O Plano Nacional de Educação(PNE) é uma lei, prevista na constituição Federal, vigente desde junho de 2014 com validade de 10 anos e estabelece diretrizes, estratégias e metas de concretização na educação e os planos estaduais e municipais de educação devem ser criados ou adaptados de acordo com as normas estabelecidas por ele.
O PNE tem 200 metas, que envolvem todos os níveis de formação educacional desde infantil ao nível superior, visando a educação inclusiva, benefícios para carreira de professores e financiamentos para educação e outros.
Uma das metas é aumentar o número de vagas do Ensino Superior em 50% e que pelo menos 40% destas matrículas sejam em segmentos públicos e feitos por jovens, sendo que será permitido investir o dinheiro em educação privada com ampliação do FIES, Prouni e financiamentos estudantil para educação profissional que são uma vez ofertadas nas instituições privadas.
Vale ressaltar que algumas metas envolvem diretamente o professor, a valorização do magistério e investimentos na carreira e formação de docentes.

As metas são:


1 - Educação Infantil
2 - Ensino Fundamental
3 - Ensino Médio
4 - Educação Especial/Inclusiva
5 - Alfabetização
6 - Educação integral
8 - Escolaridade média

9 - Alfabetização e alfabetismo de jovens e adultos
10 - EJA integrada à Educação Profissional
11 - Educação Profissional
12 - Educação Superior
13 - Titulação de professores da Educação Superior
14 - Pós-graduação
15 - Formação de professores
16 - Formação continuada e pós-graduação de professores
17 - Valorização do professor
18 - Plano de carreira docente
19 - Gestão democrática
20 - Financiamento da Educação






ATIVIDADE 6- Reflexão sobre a visita às escolas


Visita ao Colégio Estadual Sesquicentenário - Ciso




Foi proposto pelo CC Universidade e Sociedade , a visita a escola de ensino médio a título de apresentar aos alunos do 3º Ano, a UFSB, seu projeto de ensino inovador, forma de ingresso na Universidade e tirar as dúvidas apresentadas.
Fiz parte de um grupo e visitamos na última quinta feira 20/08/2015 duas turmas no Colégio CISO, localizado no bairro de Fátima, que recebe alunos do próprio bairro e circunvizinhos.
A experiência para em minha vida foi muito importante, quando me vi ali falando da universidade da qual hoje eu faço parte, e que estou fazendo parte desta implantação e de uma surpresa em descobrir que algumas pessoas ainda não sabem que já esta ativa ou ate mesmo da existência de uma Universidade Federal na cidade de Itabuna.
Tivemos a oportunidade de apresentar os cursos ofertados, o projeto inovador da UFSB, as oportunidades de interdisciplinaridade e que esta nova modalidade pode ajudá-los a se encontrar em um curso para graduação.
As maiores dúvidas são exatamente quanto a nova modalidade da Universidade e os cursos que serão ofertados no Campus Jorge Amado.
Sugerimos aos alunos que visitassem o site da UFSB, para conhecer melhor a proposta, os ciclos e acompanhar o edital referente a nova modalidade de ingresso na universidade.
Pude ainda perceber a falta de interesse de muitos alunos, que infelizmente não apresentam interesse em uma oportunidade de um ensino publico de qualidade como a UFSB oferta.
Esta foi a minha reflexão quanto a esta visita, esperando que em breve estes alunos façam parte do quadro de discentes desta universidade.







ATIVIDADE 5 - Contribuições de Anísio Teixeira para o ensino superior brasileiro






Anísio Teixeira, com intuito de aprimorar seus conhecimentos sobre educação, viajou por vários países europeus e foi para os Estados Unidos, onde faz um curso de pós-graduação na Universidade de Columbia.

O brasileiro Anísio Teixeira trouxe várias contribuições e mudanças à educação do Brasil com ideia de um ensino e tornar acessível à aprendizagem, independente da classificação social.

Para ele,o indivíduo deveria estar preparado para os desafios e a educação seria o meio de proporcionar-lhe essa preparação, porem entendia que essa preparação não deveria ser meramente instrução ligada ao mercado de trabalho, mas uma verdadeira educação, que estimulasse o indivíduo a pensar e agir criticamente perante as situações que viessem enfrentar.

Uma educação obrigatória, proporcionada gratuitamente pelo poder público e que não tivesse vínculos religiosos devendo ser implantada em todo o território nacional, quebrando totalmente as desigualdades no oferecimento do ensino, bem como na discriminação da classe pobre.

Este novo modelo de educação, acabaria com a priorização do nível acadêmico à elite e ensino técnico à classe pobre como era feito na época.

Anísio Teixeira fala ainda da instituição universitária e das suas características ao longo dos tempos deixando claro que a instituição universitária é medieval, que surgiu por volta dos séculos XI e XII, e se manteve conservadora e isolada por vários anos somente nos princípios do século XIX a universidade começa a renascer, com novas ideias e mais aberta à sociedade.

Em 1931, assume o cargo de Diretor Geral da Instrução Pública do Distrito Federal, mas por conta do Golpe de Estado, pede demissão em 1935.

No ano de 1947 foi convidado para ser Secretário de Educação do Estado da Bahia, no qual em 1950, ele criou a Escola Parque, Instituto Educacional Carneiro Ribeiro, escola de ensino integral que visava o acesso de crianças pobres a arte, dança, esporte e cultura. Esta que se tornou e inspira modelos de instituições de ensino em tempo integral.

Ao voltar para o Rio de Janeiro, assumiu o cargo de secretário geral da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento do Pessoal de Nível Superior). Em 1952, tornou-se diretor do INEP (Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos), onde permaneceu até o golpe militar de 1964.




domingo, 9 de agosto de 2015

ATIVIDADE 1 - Conexão Jardim Gramacho, Ilha das Flores ,Boca do lixo e Vista Cansada



1) Conexão dos vídeos Jardim Gramacho, Ilha das Flores e Boca do Lixo entre si e  com o texto Vista Cansada. Onde as pessoas são protagonistas de sua própria vida? Onde são vítimas das circunstâncias? Compare os três vídeos. Qual a ligação dos três vídeos com o texto Vista Cansada? Será que somos protagonistas em nossas vidas? De acordo com o que foi discutido em sala de aula



 Onde as pessoas são protagonistas de sua vida ?

As pessoas são protagonistas , quando conseguem ver além de sua própria situação e fazem de suas dificuldades e obstáculos de ponte para saírem daquela situação, onde se encontram, pode-se observa que em Jardim Gramacho e Boca do Lixo as pessoas que estão ali, não veem no lixo como sua última e única opção de vida, mas veem no lixo uma forma de sub existencial, onde tiram dignamente o dinheiro para seu sustento e isto pode ficar comprovando com o depoimento de uma Srª que disse que tinha uma filha que estava estudando direito e que através dela, que trabalhava ali conseguia dar uma educação melhor a seus filhos

Onde são vítimas das circunstâncias ?


as pessoas são colocadas como vítimas das circunstâncias como mostra os curtas, quando observamos a crítica às desigualdades sociais geradas pelo sistema capitalista e a ausência de políticas públicas, para solucionar a miséria de parte da população brasileira. Demostra seres humanos numa condição abaixo de porcos, esse fato é narrado no documentário de Ilha das fores.

Será que somos protagonistas em nossas vidas ?


sim somos, a partir do momento em que não nos acomodamos em nossa situação, e corremos atrás de novas oportunidades para obter uma condição de vida melhor, em Ilha das flores vemos as pessoas acomodadas a sua situação, porém nos outros dois documentários, fica forte a evidência que embora estejam cercados por fatores não positivos para uma boa sobrevivência, simplesmente não se acomodam e não aceitam sua condição, utilizando somente o local como um meio de fonte de renda, ondem podem trabalhar com dignidade, podemos citar como exemplo a mulher que ao dar o seu depoimento disse que já havia trabalhado em casas de família com carteira assinada, mas que preferia trabalhar no lixão, pois não tinha que cumprir horário, pois ela mesma conseguia fazer o seu próprio horário e nem pedir nada a ninguém para sobreviver.

FILME: ILHAS DA FLORES - JORGE FURTADO.




Ao assistir este documentário o sentimento que aflorou em mim foi de perplexidade, de observar que, em meio a tantas mudanças decorridas ao longo do tempo, não conseguimos sair da linha da desigualdade e preconceito com as pessoas menos favorecidas, que buscam nos trabalhos onde a maioria não quer ir, como meio de sobrevivência e trabalho. O pior que, passados tantos anos desde a sua realização, ainda estamos diante da mesma realidade. Esta visão degradante está presente em vários locais do País. Seres humanos, desprovidos de oportunidade, tentando seu sustento em lixões pelo País. A imagem de pessoas sendo preteridas na escolha inicial dos alimentos, onde porcos possuem preferência, me indigna, assim como deve indignar muitas outras pessoas.



FILME: BOCA DE LIXO - DE EDUARDO COUTINHO.




Um pouco para lá da metade do documentário Boca de Lixo, de Eduardo Coutinho, um dos personagens, seu Enock, dirá: "O lixo faz parte da vida. O final do serviço é o lixo. E é dali que começa…O final do serviço diz que é a limpeza da casa, ir jogando fora o que se desprezou, o que se reciclou, o que findou ali. Mas ele (o lixo) continua ali e dali ele continua pra mais longe ainda…" Aquilo que não serve mais, que foi rejeitado pela cidade, que perdeu a utilidade para nós, o "final do serviço", enfim, nas palavras de Seu Enock, é também o início do documentário. A câmara passeia pelo lixo e vai encontrar urubus e outros animais alimentado-se dele. E é através do lixo, ainda, que seremos introduzidos às histórias e visões de mundo das pessoas que - surpreendentemente para nós, habitantes privilegiados das cidades - o converte em material de consumo e sustento. Da imensidão do campo repleto de detritos e bichos os mais variados somos confrontados com a imagem de seres humanos como eu e você disputando avidamente o mesmo alimento que há poucos instantes atrás vimos os animais disputarem. O caminhão despeja os detritos e o realizador, direcionando nosso olhar através de planos detalhes, nos mostra o objeto de disputa daquelas pessoas: sobras de frutas, legumes, carnes etc. desaproveitados. O que vem a seguir serve, de algum modo, para confirmar aquilo que já supúnhamos saber, os catadores se escondem, protegem seus rostos da intromissão do invasor e sua câmera, e a nossa conclusão: eles têm vergonha de trabalharem ali naquele local que para nós, espectadores, é desconcertante. Estão ali, ainda segundo nossa visão, porque não há definitivamente outra opção, vítimas que são de um sistema social injusto e contraditório etc. etc. e seguimos, seguros, lançando mão de um sem número de outros jargões e lugares comuns, adquiridos ao longo de nossas vidas cômodas e confortáveis, bem diferente daquele mundo abjeto. Mas aí quando adquirimos a certeza de que já entendemos tudo, Coutinho nos surpreende outra vez. Ele monta três depoimentos de três catadoras de lixo que afirmam estar ali por opção, que preferem o lixo, no dizer de uma delas, a trabalhar em casa de família, porque, segundo outra, "tem uma porrada de mulher aqui, uma porrada de homem… que trabalha aqui porque é relaxado, porque prefere comer fácil, porque aqui cai batata, porque aqui cai de tudo pra se comer, muita gente come porque quer", e outra, "trabalhar aqui… eu tenho orgulho de trabalhar aqui!, porque não tenho que ir na casa de ninguém pedir…" Depois destes três depoimentos, nossa certeza dilui-se e dá lugar a uma inquietação que nos faz grudar nas histórias e naquilo tudo que aquelas pessoas nos tem a dizer, e a única certeza daí por diante é que não há mais certezas...Um risco inadmissível, e que achava não mais existente, são os resíduos hospitalares, que por força de lei, achava que não mais eram descartados em lixões, e sim com destino adequado (incineração). Seringas, agulhas e outros materiais hospitalares contaminados, descartados a céu aberto, como retratados no documentário, “deveriam” ser passíveis de punição rigorosa. Friso o DEVERIAM! Pois muitas coisas que poderiam ser feitas em nosso País, não passam da conjugação deste verbo.


FILME: JARDIM GRAMACHO - DE VIK MUNIZ



O documentário Lixo Extraordinário, com título original 'Wasteland', é uma produção da Almega Projects e 02 Filmes Produções, com o objetivo de retratar o trabalho do artista brasileiro Vik Muniz com os catadores de lixo do Jardim Gramacho. O artista brasileiro decidiu que gostaria de sair do âmbito restrito das belas artes e mostrou seu grande interesse e trabalhar lado a lado com um grupo em que o produto faria a diferença para essas pessoas. Neste intuito, Vik começou a pesquisar as pessoas e qual material poderia usar. Foi aí que surgiu a ideia de trabalhar com os catadores de material reciclável do maior aterro sanitário do mundo: o Aterro Metropolitano do Jardim Gramacho, localizado no Rio de Janeiro.O documentário é emocionante e leva à reflexão incrível do quanto o sonho deste trabalho, aliado ao sonho do trabalho da ACAMJG foram importantes pra mudar a vida dessas pessoas. É notório o quanto o documentário valoriza o trabalho deles dentro do lixão, não só para quem se orgulha do que faz, mas a diferença que eles fazem pelo ambiente (já que os catadores do Jardim Gramacho retiram 200 toneladas por dia de material reciclável). Para essas pessoas, o importante foi lutar também por algo que fosse maior para suas vidas, para os seus projetos pessoais. É um documentário a ser recomendado. Ele mostra não só a importância de sonhar, mas também a importância dessas pessoas dentro do cenário do reaproveitamento de recicláveis e também a realidade de um país que não dá assistência mínima para essas pessoas que fazem tanto a diferença.


                                                            



                                                  TEXTO: Vista Cansada - Otto RezendeOtto 




Rezende em seu texto trás uma discussão grandiosa. Podemos pensar em diversos pontos da sociedade que nós levam ao habito, cotidiano e por fim a banalização do olhar. Será que tem que ser assim? Temos que passar pelos mesmos caminhos todo dia para trabalhar? Temos que tratar o porteiro com aquele bom dia automático?Parece que andamos olhando sempre o que está por vir e esquecemos o que está a volta, presente naquele momento. Eu diria que isso é uma doença moderna. ele coloca uma situação inusitada: Uma cegueira branca aplaca um país, a partir dessa enfermidade ele discorre as ações humanas e mostra que mesmo cego o homem continua “cego”. Alguns se aproveitam da situação, outros utilizam da violência para ter o que querem. Ele também mostra que existem aqueles que se importam com as necessidades dos outros, que entendem a situação e tentam fazer o bem comum a todos. Vista cansada nós faz ir muito além, e nós remente aos vídeos onde vemos muitas pessoas que não são " vistas " pois estão a margem: da pobreza, falta de educação, saúde; mas que mesmo assim encontram motivações para seguir e o texto nós abre a visão do quanto devemos esta mais atentos as circunstâncias ao nosso redor e não ficar somente preso a que vemos, mas ter um novo olhar para aquelas coisas que mesmo olhando não estamos vendo, pois estamos tão preocupados conosco mesmo e com nossos problemas , que vamos criando uma falta de sensibilidade ao mundo ao nosso redor. O livro é uma analogia a condição humana no seu estado bruto, sem lapidações.

                                                          












quarta-feira, 5 de agosto de 2015

ATIVIDADE 2 - O QUE A UFSB REPRESENTA NOS MEUS PLANOS DE VIDA




A UFSB representa em minha vida um recomeço.

Uma oportunidade de retornar aos estudos após 18 anos afastada.

Representa a conquista de uma graduação pública e de qualidade onde poderei galgar novos horizontes, um futuro promissor, estando profissionalmente qualificada e pessoalmente realizada, com uma visão e desenvolvimento mais amplo das coisas.



Com a qualificação profissional e pessoal, poderei realizar outros projetos.

Enfim a UFSB representa a porta de entrada de um novo tempo.


O QUE VOU ESTA FAZENDO DAQUI A 10 ANOS E EM QUE A UFSB VAI INFLUENCIAR NISSO?

Minhas expetativas para 2025 são de esta cursando ou concluindo Mestrado ou Doutorado na área que irei escolher para minha especialização, assim como está com emprego publico, ou não mais que me proporcione uma estabilidade  financeira melhor do que a atual, com minha casa própria, um carro e o principal que é proporcionar o bem-estar da minha filha e de minha família.


As influências da UFSB nessas conquistas são a oportunidade de graduação, pós e mestrado de qualidade e com um diferencial inovador na educação superior, que nos proporciona conhecimentos amplos.